quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Mini churros com doce de leite argentino
Quando eu era pequeno, sempre comprava churros na saída da escola. Sempre peferi o menorzinho, sem recheio, só com canela e açúcar. Cheguei a ter conta na barraquinha de churros e nunca esqueci como era bom comê-los ainda quentes enquanto caminhava para a parada (ponto) de ônibus.
Essa receita eu peguei no site de um chef chamado Ronaldo Rossi e é muito fácil de fazer. A parte mais importante é usar um bom doce de leite. Usei um argentino da marca Havanna. O La Serenissima geralmente é estilo toffee, o que não dá o mesmo resultado. Você pode usar também Nutella derretida, que fica bom também, ou um potinho de cada. Enfim, divirta-se e lembre da sua infância.
Fiz essa receitahá um tempo, na casa do meu grande amigo Edu Luz, do DCPV, durante um jantar inesquecível na grande Ferraz de Vasconcelos.
Receita:
2 xícaras de água
1 colher de manteiga
1 pitada de sal
1 xícara de farinha de trigo_óleo para fritura_açúcar com canela
Modo de preparo:
Leve ao fogo, em uma panela a água, a manteiga, o sal, deixe ferver e coloque de uma vez a farinha e mexa rapidamente. Cozinhe por alguns minutos, sem parar de mexer. Coloque em um saco de confeiteiro, sem deixar ar para não formar casca, e espere esfriar. Aqueça o óleo e coloque o churro para fritar no óleo, corte com uma tesoura do tamanho que quiser, quando retirar do fogo, escorra e passe por uma mistura de açúcar e canela.
DICA DO CHEF: A TRADIÇÃO ESPANHOLA PEDE UMA BELA CANECA DE CHOCOLATE QUENTE, PROVE A COMBINAÇÃO.
Ps: Nesse dia eu não tinha um bico de confeiteiro estrela, que ‘desenha’ as ranhuras no churros. O ideal é fazer com um desses.
Ps2: a foto e os pratos são da Dé, mulher do Edu.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Sanduíche de salmão defumado, picles de pepino, cream chesse, rúcula e wasabi.
Esse é um sanduíche leve e muito, muito fácil de fazer. Você pode comprar tudo pronto e apenas montar. Claro, se quiser incrementar e fazer seu próprio ciabatta, ou fazer com um picles caseiro, melhor ainda.
Para duas pessoas, você vai precisar.
2 pães ciabatta
Cream cheese
Picles de pepino
Rúcula orgânica
Salmão defumado
Wasabi
Azeite
Eu geralmente compro um pepino em condimento suave da Hemmer. É o que uso no Tombe Dur (o meu hot dog). Uma bandejinha daquelas de salmão defumado é perfeita para duas pessoas. Corte os pães pela metade e passe cream chesse a gosto na parte de baixo. Corte os pepinos em fatias finas e coloque sobre o cream chesse. Isso vai ajudar a firmá-los. Depois coloque metade do salmão defumado (corte longitudinalmente a porção que vem na bandeja, ele já vai ficar no formato do pão.) Agora é só colocar a rúcula. Faça um azeite de wasabi batendo com um garfo um pouco de wassabi em 2 colheres de azeite. Você pode usar aquele wasabi no formato de pasta de dentes, sem problemas). É só regar seu sanduíche com o azeite e bom apetite.
Ps: agradecendo ao amigo MP Drumond que emprestou uma câmera para que eu volte a postar no blog.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Spaghetti com camarões e pesto leve.
Cozinhar para os amigos é sempre muito bom. E quando é de surpresa, então, melhor ainda. Saí pra dar uma volta de bicicleta (é, bicicleta, acredita?) no Ibirapuera e, na volta, passei por acaso em frente a casa do meu amigo Adriano Panda. Não costumo aparecer sem avisar na casa dos outros, mas fazia tempo que não o via e gostaria de dar um abraço no casal Panda e Lays. Ela não estava, o que justifica os 30 segundos para a primeira cerveja ser aberta. Conversa vai, conversa vem, a Lays liga e diz que tem uns camarões (gigantes, daqueles que ganharam a briga, sabe?) na cozinha e ela poderia passar no supermercado para comprar algo. Prontamente pensei em fazer um pesto com camarões e linguine. Linguine não tinha, mas isso é apenas um detalhe. Guto, outro amigo que também passava por ali acabou parando e aproveitou da surpresa.
Esse prato é muito, muito simples. Camarões frescos e grandes, uma boa massa, um bom queijo e um bom azeite. Claro que você pode adaptar, mas a diferença está na escolha de bons ingredientes.
Salteando os camarões.
No fogão.
Concentrado.
A dona da casa.
Mesa posta.
Meu copo de cerveja, Guto e o casal de anfitriões Lays e Panda.
Spaghetti com camarões e pesto leve.
4 porções
32 camarões grandes descascados
1/2 pacote de massa grano duro
1 maço de manjericão fresco
1 e 1/2 cabeça de alho
Queijo Grana Padano em lascas finas
Castanha de caju picada
Sal
Pimenta do reino
1/2 xícara de azeite extra virgem
Corte um bom punhado de manjericão e o alho bem pequenos. Com um pilão, amasse as folhas junto com azeite e o alho. Misture as castanhas de caju trituradas e pile mais um pouco. Coloque um pouco de queijo ralado e prove. Corrija o sal. Esse pesto é para ficar leve, para não esconder o gosto dos camarões. Mas você pode colocar mais manjericão ou alho se preferir.
Cozinhe a massa até ficar al dente em água e sal.
Tempere os camarões com pimenta do reino e pouco sal. Passe eles pelo pesto para completar o tempero.
Esquente bastante uma frigideira antiaderente. Coloque um fio de azeite e salteie um terço dos camarões. Se você colocá-los todos ao mesmo tempo, vai baixar a temperatura da frigideira e eles irão cozinhar em vez de dourar. Nunca deixe os camarões muito tempo na frigideira. Eles ficarão duros, borrachudos. Camarão é tão delicado que, quando bem fresco, seu ponto deve ser mais do ponto para o cru do que pro bem passado. Isso garante a maciez.
Escorrida a massa, adicione os camarões e o pesto nela ainda bem quente. O pesto não deve ser aquecido na panela, apenas com o calor da massa. Finalize com lascas de Grana Padano, que você pode tirar passando uma faca afiada na lateral do queijo, ou com um fatiador.
Bom apetite.
Ps: Vale mencionar que a Lays é uma arquiteta de mão cheia, tem uma das cozinhas mais bonitas que eu ja vi e uma mesinha no jardim, onde comemos e tomamos um Tinto de Verano. Num dia de sol, com amigos, não tinha como o clima ser mais perfeito.
Ps2: Fotos de Adriano Panda
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Almôndegas de cordeiro com linguine ao molho rústico de tomates, azeitonas pretas e rúcula.

Já fiz essa massa em outras ocasiões. Tinha provado com o pessoal da agência, almoçando num italiano chamado La Pasta Gialla, no Itaim. Mais uma vez resolvi “adivinhar” a receita e misturar com umas coisinhas que eu tinha em casa.
Como eu ia fazer uns kebabs na casa de um grande amigo (próxima receita), tinha comprado carne de cordeiro moída. Achei que ficaria perfeito com a massa se fizesse umas almôndegas. Digamos que é uma macarronada de domingo, um pouco mais incrementada.
Um prato totalmente rústico e muito bom. Vale a pena tentar.
Para 4 pessoas
500g de carne de cordeiro moída.
Sal
Pimenta do Reino
1 gema de ovo
1 colher de sopa de alecrim fresco picado
Azeite ou oleo para fritar.
8 tomates pelados (ou 2 latas de tomates pelados)
1 cebola grande picada
1 dente de alho picado
4 colheres de sopa de azeitonas pretas cortadas
1 taça de vinho tinto seco
Folhas de rúcula a gusto
1 pacote de linguine grano duro
Se você encontrar lombo ou pernil desossado de cordeiro, peça para moer. Eu encontrei alguns espetos de kafta de cordeiro prontos, descongelei, desmanchei e temperei do meu jeito. O problema do espetinho de kafta congelada é que vem temperado com pimenta síria e cominho, o que desvirtua um pouco a receita. Mas confira os ingredientes do tempero no pacote antes de comprar. Se for temperado com creme de cebola e hortelã, tudo bem.
Adicione o alecrim, pimenta do reino, um pouco de sal e a gema do ovo. Misture bem e faça 12 bolinhas médias. Frite em azeite de oliva ou oleo, dourando de todos os lados. Vai ficar um pouco cru no meio, mas você vai terminar de cozinhar no próprio molho de tomates.
Com uma faca, faça um X na parte de baixo dos tomates Tire a pele dos tomates mergulhando em água fervente por alguns segundos. Corte grosseiramente, com sementes e tudo. Ou abra duas latas de tomate pelado e corte grosseiramente, deixando pedaços irregulares.
Refogue a cebola com azeite, acrescente o alho picado e os tomates, com o líquido que havia na própria lata. Refogue e deixe cozinhar por alguns minutos. Acrescente o vinho e deixe cozinhar por uma hora, completando com água caso seque demais. O ideal é ficar um molho bem grosso mesmo, com alguns pedaços. Nos últimos 20 minutos, coloque a azeitona e as almôndegas. Desligue o fogo, coloque um bom punhado de rucula cortada, mexa e tampe.
Cozinhe o linguine em água fervente com sal até ficar al dente. Misture com o molho e sirva com as almôndegas por cima.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Polenta cremosa com mascarpone, ragu de cogumelos e mini rúcula.

A primeira vez que eu comi polenta cremosa foi no restaurante La Frontera. Depois experimentei várias outras e sempre achei a primeira a melhor. Tentei fazer a primeira vez e ficou sofrível. Não tinha gosto. Bom, faz bastante tempo. Algum tempo de cozinha depois, e com umas dicas de uma amiga que trabalhou lá, cheguei num ponto em que já considero que posso servir em um jantar ou confortar uma roda de amigos num dia mais frio.
Chame os mais chegados, abra uma boa garrafa de tinto italiano e divirta-se.
Polenta
250 g de polenta italiana
1 litro e meio de caldo caseiro (carne, frango ou legumes)
2 colheres de de manteiga gelada
100 g de queijo mascarpone
100g de queijo parmesão ralado
Ragu de cogumelos
300g de shitake fresco cortado em tiras
1 dente de alho picado
1 colher de sopa de manteiga sem sal
Ervas picadas
1 taça de um bom vinho tinto seco
Lave e escorra bem o shitake, pressionando com papel toalha. Derreta a manteiga e acrescente o alho. Deixe alguns segundos até soltar o cheiro e acrescente o stihake. Mexa bem. Ele vai absorver a manteiga, mas depois vai soltar um pouco de água. Tempere com um pouco de sal e pimenta do reino. Deixe secar um pouco e acrescente o vinho e uma concha do caldo (eu usei de carne) e as ervas bem picadas. Deixe reduzir até ficar bem pouco molho. Verifique o sal e pimenta do reino, desligue o fogo e acrescente um pouco de manteiga gelada e mexa bem.
Aqueça o caldo (o ideal é um caldo feito em casa, mas você pode usar um caldo pronto). Coloque um pouco de sal e, quando ferver, vá colocando a polenta aos poucos mexendo sempre com um fouet para não empelotar, até ficar bem cremosa. Acrescente o mascarpone, sempre mexendo. Desligue o fogo, prove e corrija o sal. Acrescente a manteiga gelada a termine de mexer até derreter completamente.
Agora é só servir a polenta com o ragu e colocar um pouco de mini rúcula (higienizada) por cima. Um fio de azeite e manja che te fa bene.
Ps: agradecendo ao grande Duda Tajes pela linda foto que ele tirou.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Bouchées de frutos do mar do Chez Patrick
Quem conhece os pequenos lugares de Fortaleza, certamente já ouviu falar no Chez Patrick. É o tipo de restaurantinho quase secreto, que pouca gente vai, mas que esconde uma riqueza gastronômica incrível. Patrick é francês e mora em Fortaleza há anos. O restaurante, escondidinho nas ruas da Praia de Iracema, mais parece um bar de beira mar, com suas mesas de plástico branco. Porém, sentar à noite debaixo da árvore no seu quintal e provar sua comida é uma experiência incrível, além de barata.
Da última vez que fui lá, com meus amigos Kleyton, Marcela (parabéns ao casal gravidinho) e Neno, provei esta entrada, que é uma delícia. Nada mais que uma massa folheada recheada de camarões e mexilhões puxados na manteiga de escargot (uma manteiga de ervas preparada para fazer Escargots à la Bourguignonne, mas que vai muito bem com outros acompanhamentos). Eu, que não tenho muita prática com patisserie, comprei uma massa folheada no supermercado.
Teste em casa e, se você morar em Fortaleza ou passar por lá, visite o Patrick, prove a entrada e coma seus deliciosos filés.
Ingredientes (para 2 pessoas)
1 caixa de massa folheada larga
100g de camarões médios descascados
100g de mexilhões frescos, sem a concha e limpos
4 tomates cereja
250 gramas de manteiga sem sal
2 dentes de alho picados BEM miúdo
2 cebolas pequenas picadas BEM miúdo
2 colheres de sopa de salsinha bem picada
1 colheres de sopa de cerefólio bem picado
sal e pimenta a gosto
noz moscada a gosto
suco de 1/2 limão
Deixe a manteiga em temperatura ambiente (manteiga pomada). Numa vasilha, misture todos os ingredientes com uma espáula até ficar bem homogêneo. Deixe descansar por 30 minutos. Você vai usar só uma parte, mas essa manteiga dura 10 dias na geladeira, tampada.
Aqueca o forno a 180ºC. Corte a massa em retângulos de 5x8 cm (ou quadrados, ou no formato que você quiser). Pincele a parte de cima da massa com uma gema de ovo bem batida. Em uma assadeira umedecida, coloque a massa descongelada para assar por 30-45 minutos, até ficar bem dourada e crocante. Teste apertando levemente com os dedos na lateral. Com uma faca, faça um "buraco" no centro da massa, sem chegar até o fundo e retire o "miolo". Se a massa ainda estiver crua no meio, devolva ao forno por alguns minutos.
Enquanto isso, aqueça uma frigideira. Tempere os frutos do mar com sal e pimenta branca. Coloque uma generosa porção de manteiga na frigideira e puxe os camarões e mexilhões até que os camarões estejam rosados. Se sua frigideira for muito pequena, fazer em duas vezes, porque se colocar tudo junto, os frutos do mar vão soltar muita água, gerando um caldo ralo e aguado.
Agora monte o prato. Corte os tomates cereja em 4, coloque nas extremidades do prato. Coloque os frutos do mar dentro de cada "buraco" na massa folheada, regando com um pouco mais da manteiga de ervas e tampe com a parte dourada que você tinha retirado com a faca.
Distribua alguns mexilhões / camarões ao redor do prato e regue com o resto do molho. Agora é só aproveitar.
Leo.
Pra quem quiser conhecer o Chez Patrick, segue o endereço:
Rua Tomás Lopes, 104 - Praia de Iracema
Fortaleza - CE, 60060-260
(85) 3219-2746
Ps: Obrigado, Duda Tajes pela foto
segunda-feira, 19 de julho de 2010
"Tombe Dur", ou o famoso Cai-duro Chic.
Bom, pediram pra não demorar 6 meses pra postar de novo, então eu prometo tentar um pouco de regularidade.
Todas as segundas-feiras eu faço esse sanduíche em casa. Já virou tradição. No Ceará não chamamos o hotdog de dogão, ele é cai-duro. Daí veio a tradução literal, brincadeira do meu amigo Marcos Paulo, que aproveitou os ingredientes "afrescalhados" para chamar de Tombe Dur.
Bom, o que importa é que fica bom, e se eu fosse você, experimentava fazer em casa.
Esse post não tem nenhum patrocinador, mas vou dizer todas as marcas, assim você consegue reproduzir exatamente o gosto do Tombe Dur em casa.

1 salsicha tipo Húngara Eder
1 pão francês ou bagette de boa qualidade
3 pepinos em conserva (Picles Hemmer, condimento suave)
Molho de tomate caseiro
Queijo Gruyére finamente fatiado
A salsicha húngara tem pedaços de carne e carne de porco, é ligeiramente apimentada e defumada. Pra mim, é o que dá o gosto todo especial a este hotdog. As salsichas viena (comum em hotdogs) e a Frankfurt (muito leve, na minha opinião) não chegam nem perto do sabor dessa. Se não achar, recomendo comprar linguiça calabresa defimada e cozida, do tipo fina. Ela parece uma salsicha de hotdog. Na embalagem da Eder, há o tempo de cozimento sugerido da salsicha. Ferver a água, desligar o fogo e colocar a salsicha por 5 minutos.
O molho de tomate leva cebola e alho refogados, tomates pelados cortados, 1 taça de vinho branco e salsinha picada. Cozinhar tudo, corrigir o sal e pimenta do reino e só .
Corte os pepinos numa espécie de julienne.
Agora é só montar, no pão francês (carioquinha) ou bagette. Primeiro os pepinos, depois a salsicha cozida, o molho e uma generosa cobertura de queijo gruyére. Eu uso um maçarico para gratinar o queijo, mas você pode tentar no forno. O problema é o risco de ressecar demais o pão.
Batatas chips, um bom ketchup, uma boa mostrarda, por favor. Afinal o cachorrinho merece.
E uma Leffe Blond pra dar um toque final.
Leo
Ps: agradecendo ao grande amigo Duda Tajes pela foto tirada.
Todas as segundas-feiras eu faço esse sanduíche em casa. Já virou tradição. No Ceará não chamamos o hotdog de dogão, ele é cai-duro. Daí veio a tradução literal, brincadeira do meu amigo Marcos Paulo, que aproveitou os ingredientes "afrescalhados" para chamar de Tombe Dur.
Bom, o que importa é que fica bom, e se eu fosse você, experimentava fazer em casa.
Esse post não tem nenhum patrocinador, mas vou dizer todas as marcas, assim você consegue reproduzir exatamente o gosto do Tombe Dur em casa.

1 salsicha tipo Húngara Eder
1 pão francês ou bagette de boa qualidade
3 pepinos em conserva (Picles Hemmer, condimento suave)
Molho de tomate caseiro
Queijo Gruyére finamente fatiado
A salsicha húngara tem pedaços de carne e carne de porco, é ligeiramente apimentada e defumada. Pra mim, é o que dá o gosto todo especial a este hotdog. As salsichas viena (comum em hotdogs) e a Frankfurt (muito leve, na minha opinião) não chegam nem perto do sabor dessa. Se não achar, recomendo comprar linguiça calabresa defimada e cozida, do tipo fina. Ela parece uma salsicha de hotdog. Na embalagem da Eder, há o tempo de cozimento sugerido da salsicha. Ferver a água, desligar o fogo e colocar a salsicha por 5 minutos.
O molho de tomate leva cebola e alho refogados, tomates pelados cortados, 1 taça de vinho branco e salsinha picada. Cozinhar tudo, corrigir o sal e pimenta do reino e só .
Corte os pepinos numa espécie de julienne.
Agora é só montar, no pão francês (carioquinha) ou bagette. Primeiro os pepinos, depois a salsicha cozida, o molho e uma generosa cobertura de queijo gruyére. Eu uso um maçarico para gratinar o queijo, mas você pode tentar no forno. O problema é o risco de ressecar demais o pão.
Batatas chips, um bom ketchup, uma boa mostrarda, por favor. Afinal o cachorrinho merece.
E uma Leffe Blond pra dar um toque final.
Leo
Ps: agradecendo ao grande amigo Duda Tajes pela foto tirada.
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